Você já pisou na lua? Conheça o Vale da Lua no Deserto do Atacama

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Você já pisou na lua? Conheça o Vale da Lua no Deserto do Atacama

Já imaginou pisar na lua sem precisar de uma nave espacial ou vestir todo aquele traje de astronauta? Para conhecer o Vale da Lua – ou “Valle de la Luna”, no Chile – você só vai precisar de uma roupa leve e calçado confortável para encarar a areia do deserto mais árido do planeta.

O Vale da Lua é conhecido como um dos passeios mais populares do deserto do Atacama. Além de ser belíssimo, ele fica pertinho da cidadezinha de San Pedro de Atacama.

Foi declarado pelo governo chileno como “Santuário da Natureza” e “Monumento Natural”, graças às suas formações rochosas. Essas rochas são esculpidas pelos ventos há milhares de anos. O resultado são esculturas e paredões espetaculares, desenhados pelo próprio deserto.

Apesar de sua beleza, a região parece inóspita e sem vida. Daí sua comparação com a Lua.

 

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Por que conhecer o famoso Vale da Lua?

Porque o deserto muda de cor a depender da hora do dia. Há ainda paredões enormes, como vulcões no horizonte, que oferecem um espetáculo que vai deixá-lo sem palavras. As áreas cobertas de sal e a vista deslumbrante fazem você se sentir em outro planeta.

É difícil dizer qual paisagem do Vale da Lua é mais bela e espetacular. A diversidade de cenários é enorme e as surpresas parecem não ter fim. É um lugar tão silencioso que o barulho vem apenas do vento e de alguns estalos vindos das pedras.

O barulho é provocado pelas grandes mudanças de temperatura que ocorrem ao longo do dia e fazem com que as rochas se dilatem e contraiam. Assim, o Vale da Lua é também um local para relaxar e meditar.

Ah! Caminhar pelo Vale da Lua é uma forma do corpo se acostumar à altitude e às mudanças bruscas de temperatura. É por isso que o passeio pelo Vale da Lua costuma ser um dos primeiros a ser feito pela maioria dos viajantes do Deserto do Atacama.

A viagem pode tranquilamente ser feita a pé ou de bicicleta, a partir de San Pedro do Atacama. Quem preferir comodidade pode contratar o serviço de agências de viagens. A Destino Chile, por exemplo, é especialista em atendimento ao público brasileiro.

Formações rochosas deslumbram visitantes

Ao cruzar de maneira transversal o Vale, é possível conhecer incríveis formações rochosas localizadas na Cordilheira do Sal. Essa região foi formada na mesma época da Cordilheira dos Andes, há cerca de 23 milhões de anos. Aqui as principais atrações são as Três Marias, o Anfiteatro e a Pedra do Coyote.

As Três Marias estão isoladas no meio da região Las Salinas. Com um pouco de imaginação, percebe-se que as rochas simbolizam três mulheres cobertas por sal, incluindo Maria (mãe de Cristo). É na região das Três Marias que o caráter silencioso e pacífico do Vale da Lua muda um pouco. É que esse é o local escolhido por muitos esportistas para praticar o sandboard (uma espécie de surfe nas dunas de areia).

Ali perto, surge no horizonte o Anfiteatro. São, na verdade, duas formações rochosas muito parecidas com as arenas romanas. O anfiteatro é cercado de dunas de areia escura e campos de sal.

 

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 “Bibi”: Coiote e Papa-Léguas

Após uma caminhada pelo cânion de entrada, dá para conhecer também a Pedra do Coyote. O espaço recebeu esse nome por se parecer com o local onde o Coiote (personagem de desenho animado) armava contra o Papa-Léguas.

A pedra está a 2450 metros de altura. É perfeita para tirar fotos dando saltos ou fazer selfies. O pôr do sol é emocionante!

(foto de capa)

Vale da morte

As surpresas só vão aumentando. Pertinho do Vale da Lua está o Vale da Morte. Ele é gigantesco e tem uma vista fantástica do vulcão Licancabur (localizado entre o Chile e a Bolívia, com 5.916 metros de altura).

O lugar é digno de locação cinematográfica, assim como todo o Atacama. Prepare a câmera!

 

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Dicas importantes para visitar o Vale da Lua

  • O passeio costuma acontecer à tarde. Portanto, esteja preparado para o calor intenso. Uso de protetor solar é obrigatório.
  • A quantidade de água sugerida para levar a esse tour é de 1,5 litros por pessoa. Toda essa quantidade realmente será consumida, acredite.
  • Como não há local para comprar comida, leve um lanche ou algo que possa ser ingerido durante o passeio. Serão cinco horas ao todo de tour.
  • É preferível usar calçado fechado e confortável para o passeio em meio a areia. Roupas leves também são necessárias, além de óculos de sol e chapéu ou boné.
  • A temperatura começa a diminuir no início da noite. O calor dá lugar a um frio intenso. Um casaco “corta vento” é bem vindo para o momento do pôr do sol.

Não precisa ser geólogo para admirar os contornos das montanhas e dunas; não precisa ser esportista para fazer os percursos a pé, e nem ser muito sensível para se emocionar com o pôr do sol num lugar espetacular como o Vale da Lua, no Deserto do Atacama.

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