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Xiii… que azar! Justamente no meio da melhor viagem da sua vida, aquela gripe chata resolveu aparecer! Ou, talvez, seja outra coisa: uma sinusite ou uma dor de dente. Ainda bem que para tudo existe solução. Saiba como comprar remédios no Chile.

Antes de mais nada, é melhor prevenir do que remediar. Na hora de fazer as malas, lembre-se que é importantíssimo levar um necessaire com uma “farmácia de viagem”. Assim, nele devem constar remédios de uso frequente, especialmente aqueles que dependem de receita médica.

Igualmente, leve em consideração que as receitas emitidas no Brasil não valem nas farmácias chilenas.

Ademais é bom colocar também medicamentos que todo mundo tem em casa, como antitérmicos para febres; e analgésicos para as comuns dores de cabeça ou para as temidas dores de dente ou de ouvido, por exemplo.

Igualmente, considere ainda trazer remédios para problemas estomacais ou intestinais, para enjoo, gripe, alergia e remédios que seus filhos possam precisar.

Se você for um turista “profissional”, certamente não vai esquecer de um protetor labial para os dias de muito frio e protetor solar para os dias de sol. Da mesma forma, um termômetro também não faz mal para ninguém.

 

Farmácias em Santiago

 

Se, por algum acaso, você ficar doente durante sua viagem, não se preocupe. Em Santiago do Chile parece haver uma farmácia em cada esquina. As redes mais populares são a Ahumada, Cruz Verde e SalcoBrand.

As lojas das três redes aceitam os principais cartões de crédito, como Visa e Mastercard. Entretanto, é importante frisar que os pagamentos em dinheiro podem ser feitos apenas com pesos chilenos. Nada de reais ou dólares.

Medicamentos para problemas de saúde comuns, como dor de cabeça ou dor de dente, podem ser comprados sem a necessidade de apresentar receita médica. Caso não fale “portunhol”, a comunicação pode ser difícil. A dica aqui é, ao invés de tentar dizer o remédio que você quer, dizer o que está sentindo. O farmacêutico poderá te ajudar.

Se não funcionar, recorra ao Google e mostre aos farmacêutico uma foto do remédio que você costuma tomar no Brasil. Nada disso funcionou? Recorra ao Google Tradutor, escreva seu problema e mostre ao farmacêutico. Aí não tem erro.

 

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Frases prontas para serem usadas ao comprar remédios no Chile

 

Aqui vai uma lista de frases prontas que podem ser úteis na hora de comprar um remédio. Se você não se sente confortável falando em espanhol, escreva a frase que se aplica ao seu caso e mostre ao farmacêutico:

  • Gripe ou resfriado

Necesito algo para el resfrio.

  • Dor de garganta

Me duele la garganta.

  • Tosse

Necesito algo que me quite la tos.

  • Enjoo (útil para os passeios à Cordilheira dos Andes)

Estoy mareado, qué me recomendas?

  • Dor de cabeça

Me duele la cabeza, qué me recomendas

  • Diarreia

Me duele la guata, qué puedo tomar?

  • Febre

Que hay para fiebre?

Se ele te oferecer um remédio que você nunca viu antes, não se preocupe. Os remédios vendidos no Chile são diferentes daqueles vendidos no Brasil, apesar dos princípios ativos serem os mesmos. Ah! Caso queira economizar, peça remédios genéricos, que aqui são chamados de “bioequivalentes”.

Para pequenos curativos, peça parche (band-aid), algodón (algodão), bastones de algodón (cotonetes), pomadas (é a mesma palavra tanto em espanhol como em português), água oxigenada (outro termo igual nos dois idiomas), termómetro (a única diferença é o acento agudo), suero (soro), gasa (gase) e cinta adhesiva (esparadrapo).

Caso precise de antibióticos, a situação pode se complicar um pouco. Nesse caso, para comprar os remédios você precisará de uma receita. E para isso, claro, você precisará procurar um médico.

 


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Clínicas e hospitais na capital

 

Existem inúmeras clínicas e hospitais de qualidade no Chile. Na capital, há duas clínicas particulares consideradas de boa qualidade: a Clínicas Las Condes (Av. las Condes, 9230) e a Clínica Alemana (Av. Vitacura, 5951). Ambas funcionam em regime de plantão 24 horas.

Os preços, entretanto, são bem caros. Uma consulta de emergência custa, em média, R$ 500.

Outros grandes hospitais da cidade são:

  • Hospital da Universidade Católica (Marcoleta, 367)
  • Hospital Clínico da Universidade do Chile: (Av. Santos Dumont, 999)
  • Clínica Santa Maria (Santa María, 500)
  • Clínica Indisa (Santa María, 1810)

Não custa lembrar que, ao contrário das viagens para a Europa, não é obrigatório ter seguro-saúde para visitar o Chile. Entretanto, o seguro-saúde pode evitar que você precise pagar caro por um atendimento médico de emergência e termine estourando o orçamento.

Por outro lado, o seguro-saúde serve apenas para atendimentos de emergência. Se você precisar de uma consulta apenas para, por exemplo, conseguir a receita de um antibiótico, muito provavelmente o seguro não cobrirá esse atendimento.

Por fim, é possível viajar sem precisar gastar com seguro-saúde. Alguns cartões de crédito das categorias black ou platinum oferecem o seguro gratuitamente, desde que você compre as passagens usando esses cartões.

Você já ficou doente durante a viagem e precisou comprar remédios no Chile? Conte para gente como foi, nos comentários.

 

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